Olá a todos, navegando na rede descobri um site com um vasto catálogo de links relacionados ao surf. Pode ser útil pra alguém: http://www.glassygreen.com/links.asp
abs
fbarros
Filed under: Surf
Acabo de receber um comunicado da LD, disseminando a intenção do Governo do Estado de São Paulo de ampliar o Porto de São Sebastião. Quem conhece a área do porto atual sabe que não tem mais terra pra onde ampliar as instalações. Então como eles pretendem fazer??? Aterrando um dos últimos – se não o último – pedaço de mangue da região. Não precisa ser biólogo para saber que o Mangue é responsável pelo equilíbrio ecológico de diversas espécies de peixes, aves e outros animais. Tudo bem que o mangue de lá já deve estar bem poluído, mas daí aterra-lo é burrice demais! Se esse fosse o único impacto negativo na região o prejuízo até que não seria TÃO grande, mas não para por ai.
Na cola deste problema muitos outros são gerados, e para citar alguns temos ocupação irregular com o aumento da necessidade de mão de obra barata – a cidade não tem infra-estrutura para tal incremento populacional, aumento da criminalidade, aumento do tráfego de caminhões nas pequenas estradas da região, aumento da poluição com a queima de milhões de litros de óleo diesel, sem falar na poluição visual de 15 navios imensos atracados e uma fila na espera por atracar. Com isso, não me espantaria se a semana de vela de ilhabela fosse prejudicada pois o velejo no canal de São Sebastião não será mais o mesmo. Com isso o turismo, principal fonte de renda da região, certamente será prejudicado.
Ajude a impedir essa obra, assine o abaixo assinado no link:
http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/4705
Os males de uma obra como essa são muitos, e os benefícios não justificam a degradação de um patrimônio ambiental tão rico de um dos pontos mais belos do litoral de São Paulo.
Entenda mais sobre a gravidade do problema acessando o link abaixo:
http://www.nossailhamaisbela.org.br/novo2009/?modulo=biblioteca&codigo=6
http://www.nossailhamaisbela.org.br
Espero que possamos fazer a diferença.
abs
felipe barros
Demorou, demorou muito mas valeu cada segundo da espera.

Como tinha postado aqui, comecei o projeto da minha primeira prancha, primeira idealizada e produzida por mim, no começo de maio. Passei mais ou menos 3 semanas refinando e reprojetando. Joguei tudo fora e comecei de novo pelo menos umas 5 vezes. Tinha que estar perfeito, sem nenhuma concessão ao conceito. Uma prancha clássica, nose rider, direto do tunel do tempo da califórnia dos anos 60. E foi o que eu consegui, ficou incrivel!

Com o projeto na mão, entrei na sala de shape. Foram 2 dias inteiros shapeando a prancha. Optei por fazer a prancha inteira na mão, sem ferramentas elétricas, queria ter o feeling da coisa. Mas não recomendo, desbastar um bloco 10’4” inteiro não mão, é muito, muito trabalho, com certeza zerei alguns karmas no processo. (mais…)
Filed under: Surf | Etiquetas: Guajiru, kitesurf, praia, surf link, windsurf

Não é todo dia q a gte descobre um paraíso novo. Dêem uma olhada na Ilha do Guajirú, Ceará. É um pico flatwater, ideal pra kite e wind freestyle.
Recentemente tivemos o prazer de começar a receber um presente por email.
Para os amantes do nobre ato de deixar a natureza levar o corpo ereto em direção à praia, e também para os que não surfam mas gostam de praia, a equipe do Liquid Dreams tem esmiuçado os mapas metereológicos e desvendado através de um completo texto com boa dose de acerto como o tempo e as ondas vão se portar nos dias que seguem. Nosso muito obrigado pelos reports e deixo aqui o convite para que todos entrem e façam o cadastro para receber os boletins semanais. www.ldsurf.com.br
E na bota do LD, hj deixo aqui dois links, um deles tirado do report de hj e outro que encontrei depois e me deixou muito empolgado com algumas possibilidades para o futuro…
abs e boas ondas.
Felipe Barros
• corrente positiva •
Ó lá zé, consegui fazer 2 posts seguidos!!! isso é que é quebrar o jejum! hahah, abs.
Foi quebrada uma sequência de 5 ou 6 semanas de bates. Muito boa aliás; não me recordo de mesma constância de oportunidades pra descer e previsões que nos mantiveram otimistas pra pegar aquele mar que sempre sonhamos – sempre acordados, claro. Foi quebrado também uma ausência de posts meus no blog. É verdade que não tenho saco pra ficar alimentando conteúdo na internet o tempo todo, mas assim como também é que eu já estava com saudades de escrever e que muitas e muitas “pautas”, algumas até interessantes eu acredito, se perderam no dia e no tempo.
Nesse período teve de tudo: puro glass, maral, terral, sol com frio, calor sem sol, crowd, outside vazio, 1, 2, 3, 4 e 5 amigos, solo, fish, gun, a do dia-a-dia, saida na madruga, chegada no dia anterior, equipe de reportagem interessados na nossa “rotina”, tubo, manobra, só a linha, acelerar, atrasar, vacas, muitas vacas, trânsito na volta, estrada livre, a costumera depressão na chega a SP, e por último e mais importante, a constante presença e benção daquela tartaruga que aparece e faz abrir o sorriso. Todos foram bons, mas o último foi especial. Fui sozinho. Roots. E que começo de semana foi aquela passada. Sem mais adeptos já que o primeiro fds de agosto veio com sol e boas ondas para os amigos que desceram e o assalariado aqui ficou trabalhando sábado e domingo, o bate era mais que necessário, foi essencial. A previsão já dava a dica que a ondulação ia segurar, e por mais que as cobertas estavam mais que convidativas, lá fui eu acordar antes mesmo do despertador tocar. Poucos minutos passados das 4 da madruga e os passarinhos com o canto incessante anunciavam mais um dia, pra mim, não um dia qualquer. O barulho constante da cidade, aquele zumm que cresce durante o dia e diminue durante a noite, mas não pára nunca, parecia pra mim o barulho do mar naqueles dias que o estrondo das ondas gela a barriga. Gostoso incômodo. Mas a fantasia do som do mar acaba quando ligo o carro pra contribuir com o zumm. A caminho do mar, só precisava dar aquela passadinha rápida pra pegar minha prancha e meus leashes na portaria do prédio do amigo. Fácil, se o brother não tivesse ido pra balada em pleno domingo e esquecido de deixar a prancha no jeito com o porteiro. Conversa vai com o porteiro desavisado, algumas caixas-postais e vem a informação que meu amigo chegara não tinha mais que 33 minutos. É, a balada foi boa mesmo! Mas os passarinhos já tinham anunciado o dia, consegui falar e mais 5 minutos a prancha desce. O posto foi o último obstáculo antes da estrada, tanque cheio e vejo que já são 5 da manhã. “Caralho, ainda to em pinheiros!’ penso. Zumm e 6:02 estava freiando o carro no primeiro farol do Guarú. Bem-vindos. Obrigado.
O dia ainda não era dia, dava tempo de conferir o pico de sempre e escolher, mas minha vontade era mesmo de cair ali no centro. Fazia tempo que não pegava onda ali. Fui e voltei, tempo certo pra dar a primeira clareada. Mas o dia era das nuvens. Agilizo de parar o carro no prédio do amigo que nunca vai – desperdício! – e depois de acordar o porteiro, gente finíssima, consigo pisar na areia por volta das 6 e 20. Nossa, quanto tempo, quantos rodeios, quanta grosselha pra chegar até aqui, ali, na areia, vista mar, praia cinza e vazia. Frio. Mas pra que serve os 20% de gordura? nada de john. A poética imagem da praia vazia, dos prédios tapa sol, da ilha, da árvore da ilha estava completa: 4 pés sólidos tubulares, clean conditions, nada além de uma brisa insignificante, eu e minha fish. Agradeço, agradeço (continuo agradecendo até hj é verdade) e entro. O resto é até previsível, não fosse o peculiar fato de eu ter surfado por mais de uma hora solo, sozinho, all alone, sem ninguém pra dividir. Ao menos pra mim é verdade, quando o dia é bom, e vc surfa sozinho, existe a vontade de dividir aquilo tudo, mesmo que com um desconhecido que não troque um só palavra.
Surfei bastante, corri esquerdas, dropei poucas direitas, mas as esquerdas…. no começo era hora do bottom e encaixar, atrasar um pouco e ficar ali na porta – é, sempre digo que se soubesse surfar dava pra tirar alguns tubos…rs. Mas depois da maré mudar um pouco o shape vieram aquelas só pra acelerar, fazer a linha o mais suáve e rápido possível, esquerdas fortes, pra morrer dentro em muitas…. foi demais. Um puta sessão de surf. Mas nem tudo é tão lindo quanto parece e tenho que ser coeso com a realidade. É Guarujá, a maioria das ondas fechava no inside e o que acordava qualquer sonhador como eu era o cheiro, a fétida água marrom do lugar, isso sim encomodava e diminuia a beleza do dia que os passarinhos anunciaram. Mas sou da corrente positiva; prefiro o olhar sonhador de grande parte de meu relato, das boas ondas surfadas e mais uma vez, do sorriso aberto ao ver mais uma vez ela, aquela tartaruga.
Abs,
Felipe Barros
Filed under: Surf | Etiquetas: windsurf, kitesurf, dicas, wakeboard, stand up, guarapiranga
Foi um longo julho sem posts, mês de mto trampo pra alguns dos autores desse blog. Já pra outros, foi mês de morar um pouco na praia e viver muito dentro d’água. Enfim, vamos voltando aos poucos…Segue uma matéria q escrevi sobre bate-volta na Guarapiranga e crossover boardsports publicada na Revista da Tent Beach Inverno/09. Fotos de Alê Barros.
Aloha! Zé

A represa de Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, é onde os ritmos da natureza e da cidade acelerada se cruzam. Não importa a condição do tempo ou a estação do ano, para quem quer curtir as forças naturais em cima de uma prancha esse energético lugar tem à disposição um eclético cardápio de boardsports. Kitesurf, wakeboard, stand-up paddle, windsurf, lazer, água ou curtição. Qual a sua pedida?
(mais…)




