Bate-Volta – chegar, surfar e voltar.


1º Encontro de Stand Up Paddle de São Paulo
março 23, 2010, 9:40 pm
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No último domingo eu e a Fer fomos conferir  o 1º Encontro de Stand Up Paddle de São Paulo, que rolou na sede da Team Brazil na represa de Guarapiranga. Sem mta preparação, espantamos a preguiça daquela manhã chuvosa, colocamos o SUP em cima do carro e tocamos pra represa, deixando pra entender melhor o evento quando chegássemos por lá.

Fomos surpreendidos por um dia de sol maravilhoso e brisa de leste, um puta ambiente feliz, cheio de gente energizada.  E melhor – os brothers Fausto e Marcão descolaram prancha e remo extras, e pudemos participar os dois da prova de percurso. E lá fomos, junto com outros 50 felizes remadores, num puta clima de confraternização, dar um rolê por esse pedacinho de natureza bonita que ainda nos resta na cidade.

Eu ando me policiando pra não propagandear as coisas. O SUP ainda tá engatinhando, e já tô morrendo de medo de contribuir com o crowd. Mas o evento foi muito feliz e mostrou que a vibe desse esporte não tá acompanhando o surf. Sei lá se eu quero que o “esporte cresca”- sempre preferi qualidade à quantidade.

Obrigado à Team Brazil pela organização e pelas good vibes! Abraço!

*crédito das fotos: www.teambrazil.com.br



Benção Guarapiranga!
setembro 2, 2009, 7:30 pm
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Salve amigos do bate-volta.com!

Sábado tive um dia dos mais inusitados, como há muito não vivenciava: bate-volta na represa de Guarapiranga!

Os planos iniciais eram de ir pra Maresias pra surfar as merrecas no canto e voltar no sábado mesmo para, que novidade, trabalhar! Mas a mudança de planos foi das mais proveitosas, com um dia magnífico de sol, pouca gente na água, pouco vento na raia do 3º lago e um por do sol fantástico!

Rolou uma session irada de wake, que há muito – uns 3 ou 4 anos, não fazia. Teve até uma brincadera nova pra mim, o wakeskate. Muito style e divertido, apesar de parecido é uma outra perspectiva, um outro esporte quase, pois além das bordas não serem tão, digamos, bem acabadas como numa prancha de wake e a ausência das canaletas, as quilhas são bem pequenas só pra dar uma estabilizada mesmo. Pra quem surfa entender a diferença que eu senti, apesar de nunca ter me aventurado com as hoje populares Alaias, penso que deve ser mais ou menos a mesma coisa pois a ausência da resistência das quilhas, fundo e bordas tornam o rolê muito interessante. Ainda sim rolou me arriscar a voar, e ai o loko é que a queda vc não tem uma prancha preza nos pés. Garanti algumas rizadas dos que viram o rola.

A represa é um lugar bonito, principalmente nas margens próximas ao Templo da Igreja Messianica (salvo engano) prá lá do Clube de Campo São Paulo, com áreas de floresta nativa e densa que resistiram a ocupação ilegal e desordenada, ao menos por enquanto. Ali você até esquece que está em São Paulo, pois é uma região onde não se pode ver o skyline dos prédios da zona sul. No entanto os efeitos da cidade são agressivos e facilmente percebidos por quem navega por ali. A água é densa, se é que me entendem. Jamais caiam de boca aberta e um banho depois é fundamental. Mas ainda acho que vale o bate. Wake, wind, kite, vela ou stand-up paddle. Não importa a forma, vivenciar um dia na represa ainda é uma ótima saída pra galera de São Paulo!

Deixo o meu muito obrigado ao Betão pela incrível e inesquecível session!!!

Falow
Felipe Barros



Guarapiranga – Praia Paulistana
agosto 5, 2009, 11:02 pm
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Foi um longo julho sem posts, mês de mto trampo pra alguns dos autores desse blog. Já pra outros, foi mês de morar um pouco na praia e viver muito dentro d’água. Enfim, vamos voltando aos poucos…Segue uma matéria q escrevi sobre bate-volta na Guarapiranga e crossover boardsports publicada na Revista da Tent Beach Inverno/09. Fotos de Alê Barros.

Aloha! Zé

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A represa de Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, é onde os ritmos da natureza e da cidade acelerada se cruzam. Não importa a condição do tempo ou a estação do ano, para quem quer curtir as forças naturais em cima de uma prancha esse energético lugar tem à disposição um eclético cardápio de boardsports. Kitesurf, wakeboard, stand-up paddle, windsurf, lazer, água ou curtição. Qual a sua pedida?
(mais…)



Bate-volta na represa
janeiro 13, 2009, 4:15 pm
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Revista Veja São Paulo - 12 jan 2009

tielo_vejinha

Guarapiranga, no sul da cidade, não é apenas ponto de encontro de paulistanos velejadores ou que praticam esportes radicais como wakeboard. Nos clubes e escolas instalados em toda a sua costa, é possível fazer um passeio de barco por 7 reais, alugar uma lancha por 50 reais ou aprender windsurf por 415 reais. Diversão, ainda que na água doce, é o que não falta por ali. (mais…)



Bate-volta sem sair de São Paulo
setembro 12, 2008, 5:42 pm
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Interessante como três esportes tão parecidos convivem tão pouco. Quem veleja de kite e windsurf hoje normalmente já teve no passado alguma experiência no surf. A imensa maioria dos surfistas, por outro lado, nunca cogitou velejar. E no meio desse caminho estão os mais felizes. São os que aproveitam ao máximo as diferentes condições que a natureza oferece, e alternam entre o velejo e o surf, dependendo da qualidade do vento ou das ondas.

Pra você que é surfista, seguem algumas razões pra se iniciar nos esportes de “energia eólica”:
- Você ganha uma alternativa de diversão a mais na água.
- Não tem crowd. Entendeu? Crowd: não mais.
- Depois que evoluir no esporte, você já sai na frente pra praticar a melhor variante do kite/wind: velejar nas ondas. Remar? Não mais.
- No Litoral Norte de SP, quando a condição predominante é de Nordeste, não rola muita onda. Mas na Ilhabela tá bombando o melhor vento que você pode achar.

No wind e no kite também tem bate-volta. E pra quem tá em São Paulo, rola um bate-volta estratégico, que pode durar um dia, uma tarde ou até um almoço no meio da semana. Pico: Represa de Guarapiranga.

Onde rola: Clube BL3 – mais perto, na face rasa da represa. Tem menos estrutura mas tem condição mais favorecida pra quem quer começar o kite. Tempo Wind Clube – mais distante, mas na face mais funda, verde e bonita da represa. É o clube com mais estrutura, e rola um almoço bacana lá mesmo. Recomendo pra quem quiser aprender.
A água: não é suja. Dá pra velejar sussa. Só não dê uns goles e tome banho depois.
O vento: melhor época de Julho a Novembro. 12 a 15 knots de vento nas frentes frias de Sul, e nas lufadas de vento Nordeste que acontecem logo antes das frentes. E aqui é igual ao surf: olho na previsão. Olho no windguru.

Bons Ventos